Preciso de atirar os animais internos para o papel, numa purga diária. Se não os depuro, crescem. E há mais: quero um repositório do que faço, pouco ou muito. Por isso, que se lixe. Cada entrada será o que for e espero que isso ajude.

Entrada#3

Mais do que explorar o grotesco, há que desenvolver a frase que encontro a páginas tantas da pesquisa (na minha perspectiva é quase bíblica): "Conversaram então com ele e, a partir dessa data, passaram a visitá-lo com regularidade, normalmente no intervalo do almoço" (28º). Aqui está o núcleo da beleza, e também o núcleo da tristeza. Quanto mais belo, mais triste. Dentro do grupo, devo trabalhar de perto os três que formam o núcleo. São os três que encontram G. e desenvolvem a amizade. A tal beleza está em G. e nestes três. Difícil fazê-la crescer para nada. Como planeado, reli a pesquisa. G. tem de frequentar o Ghotic Bar, percebi isso (17º). Por outro lado, há que aligeirar a doença porque ninguém aguenta aquilo, muito menos eu (22º). Não ser tão específico, muita tosse e fraqueza e pronto. A janela é definitivamente de 11/05 a 2/06, embora não a siga à linha. Devia voltar a ler Cães Perdidos Sem Coleira, mas já não sei se tenho paciência. Não vale a pena reler muito mais a pesquisa sobre os intervenientes porque se trata de uma galeria de horrores e eu não tenho imaginação para tanto.  

Entrada#4

Entrada#2